Ou pelo menos valeu. Aliás, para mim, todo o amor valeu à pena. A alegria, a paz de espírito, o sofrimento, a dor da perda. Tudo valeu à pena.
Tudo que passou, todos os momentos vividos. As brigas inúteis, as suas cobranças, as conversas até tarde da noite, as minhas mensagens de bom dia - que sempre lhe acordava no sábado -, o seu ciúme explícito e o meu implícito, corroendo o meu coração, gritando sob minhas veias.
O nosso amor foi incondicional, inexplicável, duradouro, paciente - além da conta. O meu amor foi indescritível. Tomava conta de mim desde a ponta dos meus dedos até o último fio de cabelo que percorre a minha nuca. O meu amor foi inevitável. A primeira vez que eu observei seus olhos, que eu senti o seu perfume, o nosso único beijo todo atrapalhado. Não havia como negar, foi coisa de imediato. Você, naquele instante, começou a fazer parte de mim.
O meu amor foi inconstante. A cada dia aumentava mais e mais - e eu nunca conseguia controlar. O crescimento era exponencial!
A cada dia que passava eu percebia que não havia mais como voltar atrás. Eu já não podia mais viver sem você. Tudo se resumia em como eu te amava. Eu contava as horas até eu chegar em casa, ligar o computador e conversar com você, ler suas composições, os seus versos, ler uma nova declaração de amor.
Eu confiava a minha vida à você. Divida os meus problemas e meus sonhos. Chorava quando você, por motivos bobos, brigava comigo. Morria de ciúmes quando você viajava, mas nunca declarava.
Depois de um mês de namoro começaram as complicações. Não complicações conosco! Complicações minhas.
Se você sentia ciúmes de mim, existia uma pessoa que sentia mais ciúmes ainda.
A verdade é que, meu pai nunca aceitou o fato de que eu estava crescendo e trilhando o meu caminho. Para ele era inaceitável o fato de eu gostar de outra pessoa e, que essa pessoa, também gostasse de mim.
Era difícil conviver com aquela ignorância.
Eu já não aguentava mais.
O nosso namoro estava tão bem e eu te amava tanto. Eu amava você. Eu amava os seus olhos azuis. Eu amava o modo que você me irritava escrevendo errado. Eu amava quando você não deixava que eu fosse dormir - me chamando de dorminhoca.
Mas eu não podia suportar o fato de que meu pai odiava o meu amor. Eu tinha apenas uma escolha: salvar a minha relação com o meu pai que nunca foi estável, nunca foi de fato uma relação pai e filha.
E da forma mais dolorosa possível eu fiz a minha escolha. Eu deixei você sem lhe dar explicações. Eu parti seu coração e destruí o meu. Foi a coisa mais dolorosa que eu fiz. Eu não sabia o que fazer. E dentro de mim algo me dizia que um dia nós voltaríamos. Que se eu salvasse o meu relacionamento com o meu pai eu poderia ficar com você! Poderia ficar com você para sempre!
Infelizmente as coisas, nem sempre, acontecem da maneira que desejamos e planejamos.
Eu, tola e inocente, jurei pra mim mesma que em duas semanas nós estaríamos juntos de novo. Mas você e o seu orgulho bobo nunca permitiram que isso acontecesse.
Eu errei! Tentei salvar a minha relação com o meu pai e não consegui. Pensei em ter você de volta, mas isso era praticamente utópico!
Só Deus sabe o quanto eu sofri e o quanto tudo aquilo doía dentro de mim.
Depois de certo tempo você passou a me ignorar e a me tratar mal. Os seus amigos não entendiam o motivo pelo qual tudo acabou. Aliás, ninguém entendia – a não ser eu mesma, e isso era totalmente irrelevante. A minha mãe achava que eu tinha me enjoado de você. A sua mãe acreditava que eu era péssima influência e que o nosso namoro não lhe fazia bem. As pessoas me julgavam porque eu estava fazendo você sofrer, só que ninguém via o quanto eu também estava sofrendo. O quanto doía em mim e o quanto doeu por mais de dois anos - falando cronologicamente, nós começamos a namorar dia 21 de agosto de 2007. Terminamos dia 20 de outubro de 2007. Eu consegui reerguer a minha vida e ser feliz de verdade outra vez, dia 23 de novembro de 2009.
Fernando Pessoa dizia que a dor é inevitável e o sofrimento opcional. E realmente eu não podia evitar a dor. Ela consumia o meu ser, me tirava do ar, me fazia morrer por dentro. E sim, o sofrimento é opcional e eu escolhi sofrer. Escolhi chorar por você. Todos os dias da minha vida.
Um buraco em meu peito se alastrava e crescia. Às vezes a ferida cicatrizava, mas aí alguém vinha e puxava aquela casquinha. E o melhor que eu podia fazer era voltar para meu mundo completamente frio e sombrio.
Quando chovia eu ficava de luto. A chuva, o tempo nublado, o frio, me lembravam exatamente o final do nosso namoro. Lembravam-me que eu estava sozinha e que não existia nada que eu pudesse fazer para contornar aquela situação deplorável em que eu me encontrava. Por mais que eu lutasse, era muito mais fácil me afundar em meio à tristeza.
No dia 28 de julho nós nos encontramos. Exatamente um ano depois que nos conhecemos. Eu estava forte e bem por fora. Por dentro eu estava devastada. Havia oito meses que nós tínhamos terminado e eu ainda não aceitara aquela situação.
Quando eu vi você com aquela camisa preta meu coração disparou. O mundo parou por um minuto. O abraço que você me deu, encheu meu peito de alegria, eu vivi por um minuto.Mas assim que você me soltou eu vi que tinha uma moça atrás de você. Você não estava sozinho e durante aquela noite fez questão de deixar isso bem claro pra mim. Você ficava beijando-a na minha frente e aquilo acabou comigo. Mas passou. Eu estava tentando me reerguer e eu tentei apenas ignorar o fato de que você estava sendo feliz.
Mas, que diabos eu estava fazendo, mentindo para mim mesma? Eu nunca conseguiria ser feliz sem você. E isso fez com que eu piorasse. Eu literalmente fiquei doente. Sentia fortes dores no peito, não dormia à noite, chorava o tempo todo, perdi a vontade de viver. Não dançava mais, não saía, não tinha tempo para ser feliz. A tristeza e dor tomavam quase vinte e seis horas do meu dia.
Foram passando os meses, até que chegamos o ano de 2009.
Como de praxe eu fiz o meu balanço do ano passado e meus pedidos para o ano que estava chegando. Eu pedi apenas ser feliz.
Em julho de 2009 eu vi você outra vez. Desta vez nós tínhamos estabelecido uma relação de “amizade”. Você foi até a casa do meu tio, sentou-se ao meu lado e passou a tarde conversando comigo e brincando com o meu prendedor de cabelo – que ficou com o seu perfume por quase um mês.
Eu me sentia tão mal por ver você e não poder lhe abraçar e lhe beijar pra lhe dizer o quanto eu lhe amava e lhe desejava. Eu podia apenas lhe olhar. E foi isso que eu fiz! Quando você foi embora e me abraçou, eu senti o meu mundo girar. Eu estava sendo feliz outra vez! Mas assim que você partiu o arrependimento de ter acabado com tudo tomou conta de mim outra vez.
Foi passando-se os meses até que chegou o mês de novembro. Mesmo amando você, eu me relacionava com outras pessoas, buscando em cada uma delas, um pedaço de você, o qual eu nunca encontrava – o que me deixava muito, muito frustrada.
Enfim, no mês de novembro eu comecei a me relacionar com uma pessoa, a qual, eu já conhecia há algum tempo. Era um amigo de escola, a pessoa mais doce e gentil que eu já havia conhecido.
Nós começamos a “ficar” e eu resolvi dar uma chance para a minha vida. Eu estava decidida a ser feliz!
Sabe quando você está no fundo do poço e de repente alguém vem e lhe oferece uma escada e mais, te ajuda a subir? Pois é! Foi exatamente isso que aconteceu.
Ele me tirou de lá, me mostrou a luz, subia as escadas junto comigo. Fez-me sentir mulher outra vez. Mostrou-me que eu ainda tinha chances de ser feliz, e que eu era capaz de amar outra fez. Ele coloriu a minha vida. Fez-me viver. Fez-me feliz!
E depois partiu. Fazendo-me acreditar que Deus o enviou para cuidar de mim, assim como um médico cuida de um paciente. Ele veio, me medicou, curou e fez o seu trabalho!
Eu sou tão agradecida pelo que ele fez!
E eu o amo, não com paixão, mas com carinho! Carinho de irmão!
Ele me fez sorrir! E desde então eu não parei por sequer um segundo!
Dentro de cada palavra vai um pouquinho do meu coração. Você vai ler que tudo em mim pede o fim do silêncio.
quarta-feira, junho 30
sábado, junho 26
segunda-feira, junho 21
quinta-feira, junho 17
Proteção
É uma lei natural. É como nascer, viver e morrer.
Todos nós nos apaixonamos e o inevitável da paixão é: todos nós - de uma forma direta ou não -, nos machucamos.
E depois do sofrimento, da decepção, nasce um sentimento de busca e melhora do tempo perdido. Aí, eis que surgem novas oportunidades de encarar tudo outra vez. E nunca encaramos, e se, corremos o risco, não é de braços abertos. A ferida dói quando se estica a pele, impossibilitando de abrir totalmente os braços, fazendo com que eles se movam com fraqueza e pouco. Devido a dor, nos fechamos. Fechamos para balanço, sem data para abrir de novo.
Para protegermos a nossa ferida, criamos uma espécie de "capa protetora". Uma espécie de capa de invisibilidade, exatamente como a do Harry Potter.
Colorimos a nossa vida com três cores: branco, preto e um pouco de cinza, só para fazermos uma escala de cores para parecer um pouco mais colorida.
Nos esquivamos de outros problemas e até mesmo da felicidade. É mais fácil se afundar cada vez mais, do que procurar uma saída para fazer melhor.
A capa protetora não pode ser tirada nem mesmo para lavar. Ela precisa permanecer ali.
Eu confesso que vivi assim por mais de dois anos. 2 anos e 3 meses.
Mas como nunca é tarde, de repente, um dia, eu acordei feliz. Busquei na minha gaveta novos lápis. Fiquei um bom tempo sem postar minhas melancolias. Encontrei uma ajuda indispensável e simplismente tirei férias de mim mesma.
Comprei passagem sem volta para o meu sofrimento. E deixei a alegria tomar conta de mim. Fui tratar de fazer as outras pessoas ao meu lado felizes, afinal, elas também merecem.
Tornei a minha alegria uma coisa contagiante para não deixar que a tristeza volte.
O negócio é viver feliz.
Todos nós nos apaixonamos e o inevitável da paixão é: todos nós - de uma forma direta ou não -, nos machucamos.
E depois do sofrimento, da decepção, nasce um sentimento de busca e melhora do tempo perdido. Aí, eis que surgem novas oportunidades de encarar tudo outra vez. E nunca encaramos, e se, corremos o risco, não é de braços abertos. A ferida dói quando se estica a pele, impossibilitando de abrir totalmente os braços, fazendo com que eles se movam com fraqueza e pouco. Devido a dor, nos fechamos. Fechamos para balanço, sem data para abrir de novo.
Para protegermos a nossa ferida, criamos uma espécie de "capa protetora". Uma espécie de capa de invisibilidade, exatamente como a do Harry Potter.
Colorimos a nossa vida com três cores: branco, preto e um pouco de cinza, só para fazermos uma escala de cores para parecer um pouco mais colorida.
Nos esquivamos de outros problemas e até mesmo da felicidade. É mais fácil se afundar cada vez mais, do que procurar uma saída para fazer melhor.
A capa protetora não pode ser tirada nem mesmo para lavar. Ela precisa permanecer ali.
Eu confesso que vivi assim por mais de dois anos. 2 anos e 3 meses.
Mas como nunca é tarde, de repente, um dia, eu acordei feliz. Busquei na minha gaveta novos lápis. Fiquei um bom tempo sem postar minhas melancolias. Encontrei uma ajuda indispensável e simplismente tirei férias de mim mesma.
Comprei passagem sem volta para o meu sofrimento. E deixei a alegria tomar conta de mim. Fui tratar de fazer as outras pessoas ao meu lado felizes, afinal, elas também merecem.
Tornei a minha alegria uma coisa contagiante para não deixar que a tristeza volte.
O negócio é viver feliz.
segunda-feira, junho 14
Bullying
" O adolescente sofre muito, e sofre calado. "
Eu estava assistindo ao programa Altas Horas e eles estavam retratando sobre o bullying.
Os adolescentes por não terem maturidade o suficiente, não conseguem lidar com esta questão.
É difícil viver em uma sociedade cheia de determinismos. Viver com pessoas apontando pra você e julgando o que você pode ser ou não.
E se torna mais difícil ainda quando falta a compreensão dos pais. O adolescente sofre repressão na escola e quando chega em casa, sofre duas vezes mais.
É importante que os pais estejam acompanhando a vida dos seus filhos, conversando, participando, porque às vezes ele tá sofrendo, mas sabe disfarçar muito bem, sabe esconder o que ele está sentindo. E vai acumulando sentimentos e não tem onde desabafar, o que acaba gerando vários e vários conflitos.
O Altas Horas está na campanha contra o bullying, eu estou na campanha contra o bullying e os jovens do Peas também !
Isso é bullying ! Isso é sério !
Cauã Reymond
Eu estava assistindo ao programa Altas Horas e eles estavam retratando sobre o bullying.
Os adolescentes por não terem maturidade o suficiente, não conseguem lidar com esta questão.
É difícil viver em uma sociedade cheia de determinismos. Viver com pessoas apontando pra você e julgando o que você pode ser ou não.
E se torna mais difícil ainda quando falta a compreensão dos pais. O adolescente sofre repressão na escola e quando chega em casa, sofre duas vezes mais.
É importante que os pais estejam acompanhando a vida dos seus filhos, conversando, participando, porque às vezes ele tá sofrendo, mas sabe disfarçar muito bem, sabe esconder o que ele está sentindo. E vai acumulando sentimentos e não tem onde desabafar, o que acaba gerando vários e vários conflitos.
O Altas Horas está na campanha contra o bullying, eu estou na campanha contra o bullying e os jovens do Peas também !
Isso é bullying ! Isso é sério !
Evoluções de Humor
Não deveria ser !
Precisamos aprender a não usar o particípio verbal, muito menos o subjuntivo.
Precisa ser. Deve ser. Eu suporto. Não: eu precisava, eu deveria, se eu suportasse.
Eu não deveria suportar as suas grosserias e mudanças repentinas de humor, mas eu aceito, suporto e aguento.
Com o tempo eu descobri que, a única pessoa que tem culpa do meu nervosismo, ansiedade, da minha tristeza, sou eu mesma. Sou em que as deixa entrar e não as expulso de mim. E justamente por isso eu não tenho o direito de descontar a minha angústia em outras pessoas.
Só que sempre acontece o contrário. Eu acabo "levando", devido ao humor - literalmente negro -, das pessoas.
Não me coloco no patamar de santa que, sempre faz o bem, nunca magoa ninguém, ou diz coisas erradas e em momento algum perde a linha. Mas, definitivamente, eu sei guardar muitos dos meus pensamentos pra mim. E é exatamente isso que eu tenho feito. Eu apenas ouço e ignoro, conseguindo afastar todas as frutrações alheias da minha vida !
Precisamos aprender a não usar o particípio verbal, muito menos o subjuntivo.
Precisa ser. Deve ser. Eu suporto. Não: eu precisava, eu deveria, se eu suportasse.
Eu não deveria suportar as suas grosserias e mudanças repentinas de humor, mas eu aceito, suporto e aguento.
Com o tempo eu descobri que, a única pessoa que tem culpa do meu nervosismo, ansiedade, da minha tristeza, sou eu mesma. Sou em que as deixa entrar e não as expulso de mim. E justamente por isso eu não tenho o direito de descontar a minha angústia em outras pessoas.
Só que sempre acontece o contrário. Eu acabo "levando", devido ao humor - literalmente negro -, das pessoas.
Não me coloco no patamar de santa que, sempre faz o bem, nunca magoa ninguém, ou diz coisas erradas e em momento algum perde a linha. Mas, definitivamente, eu sei guardar muitos dos meus pensamentos pra mim. E é exatamente isso que eu tenho feito. Eu apenas ouço e ignoro, conseguindo afastar todas as frutrações alheias da minha vida !
domingo, junho 13
O amor é o ridículo da vida !
" A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer NÃO doi ! "
Cazuza
quarta-feira, junho 9
Just write
Escrevo simplismente pelo fato de ser a coisa que mais me dá prazer.
Ao escrever eu consigo - de forma plena -, dizer tudo o que eu sempre tenho vontade, de uma forma mais espontânea, com a absoluta certeza de que ninguém irá me julgar.
É um desabafo comigo mesma. Meu blog é "a pessoa" em quem eu mais confio. A única que não vai me decepcionar ou vai virar pra mim e "dizer" : - Eu te avisei !
Ao escrever eu escuto a minha voz interior, eu compreendo os meus defeitos e vejo que, apesar dos pesares, eu tenho uma qualidade. Um poder de escrita e oratória que realmente me surpreende.
Ninguém me conhece como eu me conheço, ninguém enxerga em mim todos os meus defeitos e qualidades, e, ao escrever, eu consigo mostrar aos poucos uma verdadeira face.
Escrevendo, eu sigo os meus conselhos - que eu mesma me dou. Escrevendo, eu vejo uma forma maior de compreensão em relação às minhas atitudes. Escrevendo, converso com outras pessoas de forma indireta, sendo bastante clara !
E um dos meus maiores sonhos é poder, através da minha escrita, fazer algo de extraordinário. Ajudar alguém, tocar seus sentimentos, fazer com que o leitor pare e pense a respeito e sinta-se bem com a mensagem transmitida.
Eu não escrevo para mudar o mundo, escrevo para mudar a mim mesma. Pois é escrevendo que julgo os meus defeitos.
" Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida."
Ao escrever eu consigo - de forma plena -, dizer tudo o que eu sempre tenho vontade, de uma forma mais espontânea, com a absoluta certeza de que ninguém irá me julgar.
É um desabafo comigo mesma. Meu blog é "a pessoa" em quem eu mais confio. A única que não vai me decepcionar ou vai virar pra mim e "dizer" : - Eu te avisei !
Ao escrever eu escuto a minha voz interior, eu compreendo os meus defeitos e vejo que, apesar dos pesares, eu tenho uma qualidade. Um poder de escrita e oratória que realmente me surpreende.
Ninguém me conhece como eu me conheço, ninguém enxerga em mim todos os meus defeitos e qualidades, e, ao escrever, eu consigo mostrar aos poucos uma verdadeira face.
Escrevendo, eu sigo os meus conselhos - que eu mesma me dou. Escrevendo, eu vejo uma forma maior de compreensão em relação às minhas atitudes. Escrevendo, converso com outras pessoas de forma indireta, sendo bastante clara !
E um dos meus maiores sonhos é poder, através da minha escrita, fazer algo de extraordinário. Ajudar alguém, tocar seus sentimentos, fazer com que o leitor pare e pense a respeito e sinta-se bem com a mensagem transmitida.
Eu não escrevo para mudar o mundo, escrevo para mudar a mim mesma. Pois é escrevendo que julgo os meus defeitos.
" Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida."
Clarice Lispector
terça-feira, junho 8
domingo, junho 6
Love Is Not A Fight
O amor não é um luta, uma competição.
O amor é muito mais que um estado de espírito. Amor é muito mais do que paixão.
Amar não é simplismente desejar, pensar o tempo todo. O amor é respeito, é felicidade, é querer o bem é saber amar o próximo dentro dos seus limites.
E para aprendermos a amar o próximo, precisamos primeiro, aprender a amar a nós mesmos.
Amor próprio. Não a ponto de sermos egoístas, mas a ponto de sabermos o valor que o amor tem.
Amar ao próximo da mesma forma que gostariamos que fossemos amados !
O amor é muito mais que um estado de espírito. Amor é muito mais do que paixão.
Amar não é simplismente desejar, pensar o tempo todo. O amor é respeito, é felicidade, é querer o bem é saber amar o próximo dentro dos seus limites.
E para aprendermos a amar o próximo, precisamos primeiro, aprender a amar a nós mesmos.
Amor próprio. Não a ponto de sermos egoístas, mas a ponto de sabermos o valor que o amor tem.
Amar ao próximo da mesma forma que gostariamos que fossemos amados !
Um amor para recordar
Ontem eu estava assistindo o filme que eu assistia todos os sábados de manhã quando nós namoravamos.
E eu senti algo tão estranho. Flashes de memórias assolaram a minha cabeça.
Eu confesso que fiquei um pouco atordoada, assustada e chorei.
Não chorei de saudades de você. Chorei lembrando a dor que eu senti, os momentos ruins que passei e o tempo que eu perdi.
Mas a dor acabou junto com o filme. Simplismente passou.
E mais uma vez eu posso admitir quão melhor eu estou.
Eu finalmente superei você. Eu estou vivendo de verdade agora, sem medo algum !
Eu encontrei minha felicidade interior, e descobri que, eu não preciso de você pra ser feliz !
Horóscopo 06/06/2010
" Sol na casa 1, lua na casa 11
Momento de estar com os amigos, Julia. No período que vai de 06/06 (hoje) às 8h50 a 08/06 às 16h48, seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum, ou simplesmente para vocês terem momentos de prazer e diversão em conjunto. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento, ou mesmo você irá ajudar algum amigo muito querido neste momento. Este período favorece as trocas, as ajudas mútuas. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! Neste ciclo, você compreenderá que nunca estamos sós quando temos amigos que nos querem bem. É possível também que pessoas queridas que há muito tempo você não vê surjam novamente, com alguma mensagem pra lhe passar: tenha atenção! Reflexão para o período: como posso ajudar o próximo? "
Não acredito no horóscopo ! Mas com toda certeza eu vou pensar em como ajudar o próximo !
;D
Momento de estar com os amigos, Julia. No período que vai de 06/06 (hoje) às 8h50 a 08/06 às 16h48, seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum, ou simplesmente para vocês terem momentos de prazer e diversão em conjunto. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento, ou mesmo você irá ajudar algum amigo muito querido neste momento. Este período favorece as trocas, as ajudas mútuas. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! Neste ciclo, você compreenderá que nunca estamos sós quando temos amigos que nos querem bem. É possível também que pessoas queridas que há muito tempo você não vê surjam novamente, com alguma mensagem pra lhe passar: tenha atenção! Reflexão para o período: como posso ajudar o próximo? "
Não acredito no horóscopo ! Mas com toda certeza eu vou pensar em como ajudar o próximo !
;D
quinta-feira, junho 3
quarta-feira, junho 2
Books
"Livros são os mais silenciosos e constantes amigos; os mais acessíveis e sábios conselheiros; e os mais pacientes professores." (Charles W. Elliot)
Livros são o meu vício !
Assinar:
Comentários (Atom)

