sexta-feira, julho 2

terceiro e último.

O ano nem acabou e todas essas sensações e sentimentos de nostalgia já estão tomando conta de mim.

Eu sento e olho o tempo passar, e me vem à cabeça todas as imagens dos momentos maravilhosos que eu passei ao lado de todos vocês. E logo a saudade começa doer.
Dói a saudade dos momentos vividos e a saudade dos momentos que ainda não chegaram.
Quanta falta irá me fazer aquelas manhãs maravilhosas. As conversas inconstantes com o professor atrapalhando a nossa fofoca, o desespero com as provas de física, as gargalhadas, os meus assédios, o lanche levado na mochila para ser divido com todas, as folhas emprestadas, as colas planejadas minuciosamente e nunca realizadas, os trabalhos de última hora, as desculpas ridículas para descolar um ou dois pontinhos, os livros compartilhados, os conselhos amorosos – muitos das vezes, partindo de experiências próprias -, as aulas de filosofia passadas no pátio da escola, os professores - que hoje não são mais professores -, que são companheiros da escola.
Foram tantas emoções e vão ser muitas! Ainda estamos nos mês de julho e mesmo assim a saudade aperta. Já está doendo.
Muitas coisas serão vividas ainda. Momentos serão compartilhados, lágrimas rolarão e risadas serão tampadas para abafar o barulho.
Não vamos deixar que esses momentos sejam em vão. Vamos fazer valer, vamos fazer ser real, para sentirmos saudades.

É o nosso terceiro e último!