terça-feira, novembro 30

I can handle.
OK!
I can do it
I'm not gonna die
Not today
I still need our last kiss
To love.
Love you,
forever...

domingo, novembro 28


"O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor."

Roberta Campos e Nando Reis



Tudo indica.
Todos aprovam.
Eu quero.
Basta você também querer.

tensão de uma vida melhor

escrever e aliviar as tensões.
chorar e poder respirar melhor.
acabar com a angústia.
viver melhor - ainda não aprendi a fazer.

quinta-feira, novembro 25

Fiz! A minha parte foi feita.

Não existe esforço feito em vão. Existe esforço mal reconhecido. Devido tal fato, estou ciente de que fiz minha parte da melhor forma possível. E se, por acaso, algum dia eu voltasse no tempo, não mudaria nenhuma atitude tomada, pois, continuaria tudo igual: a distância crescendo, o carinho esfriando e a voz ficando cada vez mais rouca, até tudo calar-se – a voz neste instante é dispensável. Não há necessidade de falar quando não existem ouvidos para escutar um coração que chora sozinho.
É perceptível que a situação é medíocre e triste. Mas a vida é clichê: feita de escolhas. E a única coisa que está acima de nossas escolhas é o respeito.
Eu respeito toda e qualquer escolha feita, sendo sempre convicta de que cada um sabe o que é melhor pra si, e que certas escolhas não nos permitem voltar atrás. Elas fazem com que entremos em um beco sem saída cheio de muros com uma escuridão que caminha logo atrás.
Vejo que você está exatamente nesta situação, e a única forma que vejo de confortar-lhe é dizer que sinto muito. O que eu podia fazer para salvar o que existia entre nós eu fiz. Acontece que eu cheguei a um ponto onde eu cansei de dar-me por inteiro sem receber nada. Nem mesmo um abraço, ou um pouco de consideração por toda a nossa “carga amiga”, que vivemos ao longo dos anos.
Sinto muito por você não reconhecer o que foi feito e sinto muito pela situação, mas a vida continua e eu preciso acompanhá-la.
De agora em diante escolhi viver prestando mais atenção em mim mesma.











“Where I go wrong? I’d lost a friend.”

"She never think..."

Cuidado com o que você sonha!
Cuidado com o que você vive...
Cuidado com o sonho que você está vivendo.
Ele pode
simplismente não ser seu.

OUVIDO

Escutei,
escutei.
Depois escutei outra vez.
Senti vontade de falar.
Falei...
Porém, não tinha ninguém para me ouvir.

sábado, novembro 20

Tabacaria



"Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."



Álvaros Campos - heteronômio de Fernando Pessoa

sábado, novembro 13


É hora de começar o discurso de final de ano. Escrever uma fala totalmente clichê, sentir saudades e começar a imaginar uma vida nova.
"O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sigo todas as regras da sociedade e às vezes ajo por impulso. Erro, admito. aprendo, ensino. Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. Conservar algo que faça eu recordar de ti seria o mesmo que admitir que eu pudesse esquecer-te."
William Shakespeare

sexta-feira, novembro 12

"Deixo assim ficar, subentendido..."

A dor da perda é inevitável. Não há remédio.
Se houvesse como rebobinar, exatamente como fazíamos com as fitas de vídeo cassete... Mas não. Isso é impossível.
A vida não é simplesmente como Lavoisier descreve a matéria. Na vida a gente perde, a gente cria sonhos, e nem sempre transformamos a dor da perda em aprendizado, e nem os sonhos em realidade.
Desanimamos na primeira perda de tempo, ou no primeiro sonho devastado.
Possuímos o terrível hábito: de ter uma teoria de vida perfeita, cheia de recomeço e repleta de perdão, e infelizmente nunca colocamos em prática.
Nós sentamos e assistimos a nossa vida passar, deixando os erros de lado.
Começamos a nos esquivar de atitudes de humildade, perdemos o afeto e começamos a nos interessar por uma vida leviana.
E de repente a perda acontece. Perdemos os amigos na calçada. Deixando-os jogados da mesma forma que jogamos um pedaço de papel. Largamos nossos sonhos exatamente da maneira que deixamos uma taça de vinho quente na mesa.
Perdemos a fé da mesma maneira que perdemos as moedas que caíram do bolso. Esquecemos a esperança de recomeçar da mesma maneira que esquecemos a inocência de ser criança.
Perdemos a família onde a perda é dolorosa. Ambígua. Uma dor que só sentimos quando realmente perdemos. Perda no sentido denotativo. Perda onde o sentido literal esquece o sussurro e grita a todo instante que você está sozinho.
Pense nisso. Em perder a sua família.
Não a jogue no chão, não a esqueça na mesa, carregue-a com cautela em seu bolso, sinta sua inocência. Desfrute.
A perda é um erro irreparável e o melhor que fazemos é manter sempre ao nosso lado, o que nos faz bem. Pessoas que realmente se interessam pelo nosso bem estar, pensando sempre que, o que podemos perder é apenas a nossa mediocridade.

não posso mais.


Agora? 
Agora...
Definitivamente eu não sei o que fazer. 
Dois caminhos que se abriram a minha frente me deixando confusa, com uma pontada de dúvida mesclada de tristeza.
Um caminho é felicidade garantida, porém tardia. O outro é um caminho que eu não posso prever. Mas não posso esperar mais para ser feliz. Eu tenho pressa de viver, de correr e dar um abraço naquilo que me faz bem.
Cansei de ficar sentada esperando por algo que só me trazia dor.
Agora eu quero é viver intensamente, sem dúvidas e sem esperas.
Agora? Eu vou ser feliz.

quarta-feira, novembro 3

I Could Be. Leminsk


“Andar e pensar um pouco
que só sei pensar andando
Três passos e minhas pernas já estão pensando
Aonde vão dar estes passos?
Acima, abaixo?
Além? Ou acaso
se desfazem no mínimo vento
sem deixar nenhum braço?”

Paulo Leminski

Depois de me chamar de louca, acrescente como sobrenome: Leminski.
São pouquíssimos poemas que me chamam tanta atenção e fazem com que eu me identifique de uma forma tão profunda.
Eu não consigo andar sem pensar, sem sonhar, sem imaginar como seria a minha vida se eu fosse um pouco mais feliz... O diferente é que eu não preciso de três passos para fazer minhas pernas pensarem. A metade, já é o suficiente.
A minha mente é constante. A minha vontade de escrever não escolhe hora, muito menos lugar. E como tenho andado bastante sozinha, tenho tido mais tempo para pensar e analisar todas as minhas angústias, podendo selecionar qual delas será a minha mais nova fonte de inspiração.
Não tinha o hábito, mas passei a ter. Comecei a carregar sempre, aquele pedaço de papel indispensável para quando o pensamento for mais forte que minhas pernas, e eu precisar sentar-me para desabafar com a pessoa em quem mais confio. Eu mesma.