A dor da perda é inevitável. Não há remédio.
Se houvesse como rebobinar, exatamente como fazíamos com as fitas de vídeo cassete... Mas não. Isso é impossível.
A vida não é simplesmente como Lavoisier descreve a matéria. Na vida a gente perde, a gente cria sonhos, e nem sempre transformamos a dor da perda em aprendizado, e nem os sonhos em realidade.
Desanimamos na primeira perda de tempo, ou no primeiro sonho devastado.
Possuímos o terrível hábito: de ter uma teoria de vida perfeita, cheia de recomeço e repleta de perdão, e infelizmente nunca colocamos em prática.
Nós sentamos e assistimos a nossa vida passar, deixando os erros de lado.
Começamos a nos esquivar de atitudes de humildade, perdemos o afeto e começamos a nos interessar por uma vida leviana.
E de repente a perda acontece. Perdemos os amigos na calçada. Deixando-os jogados da mesma forma que jogamos um pedaço de papel. Largamos nossos sonhos exatamente da maneira que deixamos uma taça de vinho quente na mesa.
Perdemos a fé da mesma maneira que perdemos as moedas que caíram do bolso. Esquecemos a esperança de recomeçar da mesma maneira que esquecemos a inocência de ser criança.
Perdemos a família onde a perda é dolorosa. Ambígua. Uma dor que só sentimos quando realmente perdemos. Perda no sentido denotativo. Perda onde o sentido literal esquece o sussurro e grita a todo instante que você está sozinho.
Pense nisso. Em perder a sua família.
Não a jogue no chão, não a esqueça na mesa, carregue-a com cautela em seu bolso, sinta sua inocência. Desfrute.
A perda é um erro irreparável e o melhor que fazemos é manter sempre ao nosso lado, o que nos faz bem. Pessoas que realmente se interessam pelo nosso bem estar, pensando sempre que, o que podemos perder é apenas a nossa mediocridade.
Se houvesse como rebobinar, exatamente como fazíamos com as fitas de vídeo cassete... Mas não. Isso é impossível.
A vida não é simplesmente como Lavoisier descreve a matéria. Na vida a gente perde, a gente cria sonhos, e nem sempre transformamos a dor da perda em aprendizado, e nem os sonhos em realidade.
Desanimamos na primeira perda de tempo, ou no primeiro sonho devastado.
Possuímos o terrível hábito: de ter uma teoria de vida perfeita, cheia de recomeço e repleta de perdão, e infelizmente nunca colocamos em prática.
Nós sentamos e assistimos a nossa vida passar, deixando os erros de lado.
Começamos a nos esquivar de atitudes de humildade, perdemos o afeto e começamos a nos interessar por uma vida leviana.
E de repente a perda acontece. Perdemos os amigos na calçada. Deixando-os jogados da mesma forma que jogamos um pedaço de papel. Largamos nossos sonhos exatamente da maneira que deixamos uma taça de vinho quente na mesa.
Perdemos a fé da mesma maneira que perdemos as moedas que caíram do bolso. Esquecemos a esperança de recomeçar da mesma maneira que esquecemos a inocência de ser criança.
Perdemos a família onde a perda é dolorosa. Ambígua. Uma dor que só sentimos quando realmente perdemos. Perda no sentido denotativo. Perda onde o sentido literal esquece o sussurro e grita a todo instante que você está sozinho.
Pense nisso. Em perder a sua família.
Não a jogue no chão, não a esqueça na mesa, carregue-a com cautela em seu bolso, sinta sua inocência. Desfrute.
A perda é um erro irreparável e o melhor que fazemos é manter sempre ao nosso lado, o que nos faz bem. Pessoas que realmente se interessam pelo nosso bem estar, pensando sempre que, o que podemos perder é apenas a nossa mediocridade.