E quem nunca sonhou com um romance de portão? Um namoro de aperto de mão?
Quem nunca dormiu imaginando como seria a vida daqui há dez ou vinte anos? Quantos filhos e como seria a casa dos sonhos?
E olha só uma coisa: quem vive pelos cantos exaltando as glórias de ser independente, ainda não conheceu o prestígio de uma glória de ser independente a dois.
Viver sozinho não é viver. É apenas existir.
Existir em um mundo paradoxal. Sem necessidade.