"Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta a mordida. Nós, na batida, no embalo da rede, matando a sede na saliva.Ser teu pão, ser tua comida. Todo o amor que houver nessa vida e algum trocado pra dar garantia.
E ser artista no nosso convivio. Pelo inferno e céu de todo dia, pra poesia que a gente nem vive.
Transformar o tédio em melodia.
E se eu achar a tua fonte escondida te alcanço em cheio mel e a ferida , e o corpo inteiro como um furacão: boca, nuca, mão e a tua mente não."
Cazuza